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dedico este post a minha afilhada LUA DE PRATA... que é uma fadinha na montagem de imagens... e sempre cuida do coração de SEJAFELIZ...obrigada LUINHA...
OBRIGADA LUA DE PRATA
POR TODO SEU CARINHO
POR MIM..fabi
E O MEU CORAÇÃO
O SEJAFELIZ
não te amo
1º-por teu perfume
exalar feitiço em mim...
2º-por teu jeito me
encantar tão cruelment...
3º- por sua pele... @ só te amo
por desejar-te loucamente...
4º- não somente porque saístes do meu papel...
5º-não pelo seu físico...
6º-por seres enviado do céu... eu te beijo somente para guardar o teu gosto...
@
venho aqui só para olhar sua tirteza estampada
em teu olhar
e juntos chorarmos
a dor da perda...
7º- porque desejei
antes de morrer disto
a viver...
sem nunca ter sentido
a paixão...
8º-não te amo somente porque meu coração tem teu nome
'sejafeliz'
não te amo somente porque meu sangue
ferve por ti...
@
eu te amo mesmo quando minha alma se consome...
9º-não te amo
por talvez
seres a minha alma gêmea
10º-não te amo por quem tu és 11º-nem por quem podes ser...
@
na verdade
nem sei quem tu és de verdade...
tem dias que sonho
que você fosse
um simples homem comum...
não te amo por somente te gostar
e proclamar a tudo o mundo
eu te amo como o ar que preciso
para continuar...
12º-não te amo
somente pelo simples fato de amar
13º-não te amo somente pelo forte desejo
@ não te amo
somente por querer
gostar...
passei uma vida presa
como pássaro em uma gaioladourada
!
tinha medo de amar de olhar a vida de frente...
naquele pequeno espaço que se resumia o meu mundo
cantava melancolicamente
minha sorte
dor e sonhos...
de lá de dentro
meu coração sonhava contigo...
eu te observava
esperando um dia por um milagre
estar viva
saudável
plena
para amá-lo incondicionalmente..
e
quando a porta
desta gaiola se abriu
permaneci ali
acostumada com as correntes
encolhida
talvez medo de não ser aceita....
chegar até aqui
não foi fácil...
na primeira oportunidade
dei vazão aos meus sonhos
alcei o vôo
não o das águias
mas a de uma gaivota
curiosa...
amorosa...
brincalhona
até mesmo um pouco infantil...
tentei brincar um pouco com a vida!
soltei-se ao vento, e deixe-me ser levada por meus sonhos! tentei enxergar as pequeninas coisas à minha volta e saiber apreciá-las
dando um sentido novo à minha vida!
Não queria ser mais passarinho de gaiola mas uma andorinha
solta no céu...
mas este sonho não aconteceu
eu espatifei minhas asas num rochedo qualquer...
lembrei-me então que meu sobrenome é pedra
recompus meu pensar:
a cada dia existe uma renovação constante... e nunca um será como o outro...
não há dores eternas lágrimas eternas
perdas eternas!
há sorrisos esperando-lhes dias de sol
o abraço de amigos
da filhota
e tantos outros sonhos lindos!
talvez se eu tiver sorte
mais adiante
um amor
aguarda-me
para comigo
voar
voar...
porque ? porque a vida é um recomeçar diário de um vôo!
e gaiolas não foram feitas para os pássaros... e tampouco para um coração que se diz chamar
sejafeliz!!!
A SENHORA DE SHALOTT
tradução
De ambos os lados do rio encontram-se, Campos longos de cevada e de centeio, Isso veste o mundo e busca o céu; E através do campo, a estrada se dirige Para a Camelot de muitas torres; E para cima e para baixo as pessoas vão, Contemplando para aonde os lírios sopram, Ao redor há uma ilha abaixo, A ilha de Shalott. Salgueiros embranquecem, álamos tremem, Pouco venta, crepúsculo e calafrio Pelas ondas que correm para sempre Pela ilha, no rio Fluindo até Camelot. Quatro paredes cinzentas, e quatro torres cinzentas, Negligenciam um espaço de flores, E a ilha silenciosa cobre de sombras A Senhora de Shalott. Somente ceifeiros, colhendo cedo, Por entre a cevada suportada Ouve-se uma canção que ecoa alegremente Do rio que areja claramente Até a elevada Camelot; E ao luar, o ceifeiro cansado, Empilhando maços em planaltos arejados, Escutando, sussurros de "uma fada A Senhora de Shalott". Lá ela tece de noite e de dia Uma teia mágica com cores vistosas, Ela ouviu um sussurro dizendo, Uma maldição cairá sobre ela se continuar a Olhar com desprezo para Camelot. Ela não sabe o que a maldição pode ser, E assim ela tece continuamente, E outro pouco cuidado tem ela, A Senhora de Shalott. E movendo-se através de um espelho claro Que pende diante dela todo o ano, Sombras do mundo aparecem. Lá ela vê a rodovia se aproximar Ventando até Camelot; E às vezes através do espelho azul O cavaleiros vêm cavalgando dois a dois. Ela não tem nenhum cavaleiro leal e verdadeiro, A Senhora de Shalott. Mas em sua teia, ela ainda encanta Para tecer as visões de magia do espelho, Para freqüentemente, pelas noites silenciosas Um funeral, com plumagens e luzes, E música, foi para Camelot; Ou quando a Lua estava no alto, Vindo por fim dois jovens amantes para se casarem. "Eu estou meia cansada de sombras", disse A Senhora de Shalott. Em uma disparada do pequeno quarto dela, Ele montou por entre os maços de cevada, O sol veio ofuscante por entre as folhas, E ardeu por sobre as canelas despudoradas Do ousado Sir Lancelot. Um cavaleiro de cruz-vermelha eternamente ajoelhado Para uma senhora em seu escudo, Isso brilhou no campo amarelo, Ao lado da remota Shalott. A clara e larga sobrancelha dele ao brilho da luz solar; Em cascos polidos, seu cavalo de guerra trilhou; Debaixo de seu capacete fluiam Seus cachos pretos como carvão enquanto ele cavalgava, Enquanto ele cavalgava para Camelot. Da margem e do rio Ele flamejou no espelho cristalino, "Tirra lirra", pelo rio Cantou Sir Lancelot. Ela deixou a teia, ela deixou o tear, Ela deu três passos dentro do quarto, Ela viu o lírio aquático florescer, Ela viu o capacete e a plumagem, Ela olhou com desprezo para Camelot. Para fora voou a teia e flutuou para longe; O espelho rachou de lado a lado; "A maldição caiu sobre mim", chorou A Senhora de Shalott. O tempestuoso vento leste forçando, Os pálidos bosques amarelos estavam minguando, O amplo riacho em suas margens reclamando. Pesadamente do céu, a chuva veio abaixo Por sobre a dominada Camelot; Veio ela e encontrou um barco Embaixo de um flutuante salgueiro partido, E em volta da proa, escreveu ela A Senhora de Shalott. E descendo o extenso rio turvo Como algum vidente corajoso em um transe, Vendo toda sua própria infelicidade -- Com um semblante paralizado Ela olhou para Camelot. E ao encerramento do dia Ela soltou a âncora e deitou-se; O amplo riacho levou-a para longe, A Senhora de Shalott. Ouvido um hino, pesaroso, sagrado, Cantado ruidosamente, cantou humildemente, Até que o sangue dela foi lentamente congelando, E seus olhos ficaram completamente escurecidos, Voltada para a elevada Camelot. Antes que com a maré ela alcançasse A primeira casa da costa, Cantando sua canção, ela morreu, A Senhora de Shalott. Debaixo da torre e da sacada, Do muro do jardim e da galeria, Um vulto cintilante, ela flutuou, Uma palidez morta entre elevadas casas, Silenciosa em Camelot. Do distante cais, eles vieram, Cavaleiro e burguês, senhor e dama, E em volta da proa, eles leram o nome dela, A Senhora de Shalott. Quem é esta? E o que está fazendo aqui? E próximo ao palácio iluminado Morreu o som da alegria real; E eles se cruzaram por medo, Todos os Cavaleiros de Camelot; Mas Lancelot refletiu por um tempo, Ele disse, "ela tem uma face adorável; Deus em Sua clemência empresta graça a ela, A Senhora de Shalott ". Comments (16)
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